18 de ago de 2011

Vida consagrada


1.0:          CONCEITO

Quando a Igreja fala de Vida Consagrada, está falando de uma vocação, que tem várias modalidades de vida dentro da Igreja. Seguem essa vocação os Monges e Monjas, os Religiosos e Religiosas, das Ordens, Congregações e Institutos Religiosos. Além desses, existem os membros dos Institutos Seculares, bem como os consagrados e as consagradas de assim chamadas “Novas Comunidades”, muitas das quais nasceram dentro de Movimentos eclesiais relativamente recentes ou formam seu núcleo central.

A vida consagrada deve ser vista como "uma resposta livre a um chamamento particular de Cristo, mediante a qual os consagrados se entregam totalmente a Deus e tendem para a perfeição da caridade sob a moção do Espírito Santo"

Cada forma de Vida Consagrada tem um carisma próprio, ou seja, seus fundadores decidiram – e depois a Igreja os aprovou – viver um ou mais aspectos do Evangelho de Jesus Cristo numa forma radical e ampla e ainda professar os conselhos evangélicos da pobreza, obediência e castidade como algo próprio e comum de todas as formas de Vida Consagrada. Assim, os fundadores lhes deram normalmente uma Regra de Vida e Constituições ou apenas Constituições, que lhes dão organização e normas de vida.



2.0:         Votos religiosos

O voto assumido é sinal visualizador do Reino presente. Sinal sempre profético e nunca mesclado das coisas “do mundo”. O voto é para os homens e mulheres que o contemplam, sinal de que existe alguma coisa muito maior que simples realidades terrenas. Sinal mergulhado no Cristo histórico, actualizado no Cristo vivo e eucarístico presente em todas as comunidades e que aponta as realidades vindouras do Reino já iniciado. O voto é sinal de que a vida tem sentido para todos.

A obediência e o exercício da autoridade amorosa maternal ou paternal estabelecem o vínculo afetivo hierárquico, vertical que é incompatível com o desenvolvimento da sexualidade e ajudam o exercício da castidade. A pobreza interior, o despojamento de si, ajuda a ser casta e a obediente. A castidade de coração, com o desejo de ser só para Deus, até na pureza das intenções do coração, ajudam ter um coração pobre e obediente. Como se vê, a vivencia de um voto sempre ajuda os outros.

2.1:         O voto de obediência

Numa sociedade que privilegia o poder, o(a) religioso(a) responde com a obediência. O voto de obediência é um sinal onde homens e mulheres se colocam numa atitude de dependência. Dependentes de Deus, são porta-vozes e braços de Deus.

A obediência é fundamental na vida religiosa. Precisamos nos consagrar a Jesus Cristo em nome da Igreja, promessa de obediência Trina:

• Obedecer aos mandamentos de Deus como diz em João 14, 21 e João 14, 23;
• Obedecer às moções do Espírito Santo1Cor12,1 e 1Cor.14,1 e testemunhar Deus;
• Obedecer às autoridades legitimamente constituídas, principalmente as eclesiásticas. Rom 13, 1.

“A nossa verdadeira riqueza consiste numa sólida virtude de humildade e uma grande obediência que não se aparta um só ponto da vontade da congregação. Não ser obediente é não ser religiosa!... Perde o sentido a vida religiosa contemplativa ou ativa”.(Caminho de Perfeição 18,7-8).

“Comprometer-se a renunciar à própria vontade e fazer a de outrem, parece muito fácil. Vindo a realidade, é o exercício mais árduo que existe”.(C.P. 32,5).

“O mais seguro é o que faço: não deixo de abrir toda a minha alma e comunicar as graças que o Senhor me faz e obedeço. Disse-me o Senhor numa ocasião: ‘Não é obediente quem não está disposto a padecer’”. (C.P. 26,3).

2.2:         O voto de castidade

Numa sociedade profundamente erotizada os religiosos vivem a castidade. O voto de castidade é a oferta oblativa da própria vida. É a entrega da força vital que é a sexualidade a uma causa nobre. Vive-se a castidade canalizando a energia fundamental para as obras proféticas geradoras de vida e de esperança nas comunidades cristãs. Hoje o amor é confundido com relacionamento puramente sexual. Isto é a instrumentalização do amor e da força da sexualidade. A castidade no meio da sociedade erotizada é vista como sinal de contradição, sinal do Reino futuro.

A castidade deve ser Trina:

• não ter sexo com sexo oposto, heterossexual. Tob.6,16-17;
• não ter sexo com mesmo sexo, homossexual. Rom 1, 25-27;
• nem ter sexo comigo mesmo na masturbação. Rom.6,12-13.

Precisamos nos consagrar a Jesus Cristo em nome da Igreja, com promessa de castidade Trina, pois "O desapego não consiste em fugir com o corpo, mas em abrasar-se a alma resolutamente com o Bom Jesus, Senhor nosso. Nele a alma tudo acha, tudo esquece”. (C.P. 9,5)".

Os que são chamados a uma vocação ou missão existencial mais forte na Igreja, o celibato em nome de Deus, necessitam desenvolver o amor espiritual pela causa de Cristo, após este amadurecimento psíquico afetivo sexual. Jesus fala sobre o celibato: “Porque há eunucos que os são desde o ventre de suas mães; e há eunucos tornados tais pelas mãos dos homens, e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do reino dos céus. Quem puder compreender, compreenda” (Mateus 19, 12).

2.3:         O voto de pobreza

Outro aspecto muito marcante no mundo de hoje é o apego demasiado às coisas materiais, vive-se  num consumismo desenfreado. As pessoas valem por aquilo que têm e não por aquilo que são. Os religiosos para demonstrarem que o TER não é tudo na vida mas apenas um instrumento, fazem o voto de pobreza. Falar em viver a pobreza, sem ter nada em seu nome, sem buscar ambições, é um sinal profético de contraste para a sociedade capitalista que privilegia o dinheiro e o ter coisas. As pessoas não são coisas, elas não valem por aquilo que têm, mas, por aquilo que são.

A pobreza Trina é constituída em 3 dimensões:

• Contentar-me com o necessário para mim, sem ter o supérfluo;
• Repartir o que tenho com todas as pessoas que eu conviver;
• Não cobiçar aquilo que os outros tem ou o que eles são.

“Assim pois, qualquer um de vós que não renuncia a tudo o que possui, não pode ser discípulo.” Lucas14,33. Precisamos nos consagrar a Jesus Cristo em nome da Igreja, promessa de pobreza Trina.

Santa Teresa diz que as religiosas nem precisam se preocupar com a pobreza: "Quando um empregado está a serviço de alguém, empenha-se em contentar em tudo a seu patrão. Este por sua vez está obrigado a dar de comer ao servo enquanto está em sua casa, a seu serviço...E o Senhor é, e será sempre rico e poderoso...Não suceda distrair-se com estes cuidados e não Lhe vence servir bem”.(C.P. 34,5).

"Tudo é possuído em comum,... é em conjunto que o Senhor as provê" (Caminho de Perfeição 9,1).

O possuir tudo em comum leva conseqüentemente a desenvolver uma fraternidade, que supre todas as necessidades afetivas, promove a justiça, dá força de esperar em Deus. "O necessário para viver não falta para quem O serve".(V.35,6).

3.0     OS CARISMAS

Outra característica importante na vida religiosa é o carisma. O carisma é um dom, uma graça, um presente, que está relacionado directamente com o ser da pessoa. É aquilo que ela é, é a acção de Deus na vida da pessoa.

O carisma é a acção do Espírito Santo que potencia a pessoa para uma determinada missão. Os religiosos vivem um carisma específico, e deriva daí, a sua missão própria. Costumamos ver os religiosos e religiosas, os irmãos, as irmãs, os padres ligados a uma Congregação, à frente de grandes obras: em escolas, hospitais, missões populares, em mosteiros e Comunidades Contemplativas e em tantos outros lugares.

     Essas são as obras. São frutos de um carisma especial. Cada Congregação, Instituto ou Ordem tem um carisma específico a ser seguido, que um dia foi inspirado pelo Espírito Santo e definido pelos seus fundadores.
 

4.0         CONCLUSÕES


O Concílio Vaticano 2º, ao tratar da Vida Consagrada, diz: “O estado (de vida Consagrada) constituído pelos conselhos evangélicos, embora não pertença à estrutura hierárquica da Igreja, está contudo firmemente relacionado com sua vida e santidade” (LG, 44). “Os conselhos evangélicos da castidade consagrada a Deus, da pobreza e da obediência se baseiam nas palavras e nos exemplos do Senhor. São recomendados pelos Apóstolos, Santos e Padres e pelos mestres e pastores da Igreja. Constituem um dom divino que a Igreja recebeu do seu Senhor e por graça dele sempre conserva. A própria autoridade da Igreja, guiada pelo Espírito Santo, cuidou de interpretar os conselhos evangélicos, regulamentar-lhes a prática e estabelecer formas estáveis de vida” (LG 43).

João Paulo 2º diz: “A primeira tarefa da Vida Consagrada é tornar visíveis as maravilhas que Deus realiza na frágil humanidade das pessoas chamadas. Mas do que com as palavras, elas testemunham essas maravilhas com a linguagem eloqüente de uma existência transfigurada, capaz de suscitar a admiração do mundo. A essa admiração dos homens respondem com o anúncio dos prodígios da graça que o Senhor realiza naqueles que ama” (VC, 20). “Deste modo, a Vida Consagrada torna-se um dos rastos concretos que a Trindade deixa na história, para que os homens possam sentir o encanto e a saudade da beleza divina”, diz o Papa (VC,20).


5.0:         Ordem Religiosa x Congregação Religiosa

As Ordens Religiosas são as mais antigas, todas as que foram criadas antes do Concilio de Trento (1545), sendo a ultima a ser denominada assim a Ordem dos Jesuítas. A partir de Trento não se criou mais Ordens e sim as Congregações.

A diferença era a questão dos votos solenes, que os membros das Ordens Religiosas professam ao 9º ano os votos solenes, ou perpétuos. Um professo solene que rompia os votos tinha como ilicitos e inválidos perante a Igreja todos os atos praticados pelo que os descumpria.

As Congregações não tinham esse voto solene e perpétuo, eram apenas os votos simples e o rompimento desses votos simples acarretava em penas de ilicitude, mas não de invalidez. Hoje em dia essas penalidades de inobservãncia já não existem mais.

Hoje a Igreja Considera tanto as Ordens Religiosas e as Congregações, como Institutos de Vida Religiosa, sem nenhuma diferença enquanto sua canonicidade, mas em cada uma delas, ainda se fazem os votos solenes nas Ordens Religiosas..
 
5.1:         Tipos de Ordem Religiosa

  • Monásticas: são formadas por monges (de sexo masculino ou feminino), que vivem enclausurados num mosteiro.
Exemplos: Cistercienses, Beneditinos, Cartuxos e Trapistas.

  • Mendicantes: são formadas por frades ou freiras, que vivem em conventos. Eles não são tão isolados como os monges, tendo por isso um apostolado mais ativo no mundo secular (ex: obras de caridade, serviço aos pobres, pregação e evangelização). A sua sobrevivência depende das esmolas e dádivas dos outros, porque eles renunciaram a posse de quaisquer bens, compromentendo-se em viver radicalmente na pobreza.
Exemplos: Franciscanos, Dominicanos, Agostinianos e Carmelitas.

  • Regrantes: são formadas exclusivamente por cónegos regrantes.
Exemplos: Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho e Ordem Premonstratense..


6.0         CURIOSIDADES

6.1:         Monge

Monge (feminino: monja) é uma pessoa devotada à vida monástica e clausural.
A tradição monástica está presente em várias religiões do mundo: budismo, jainismo, taoísmo, lamaísmo , cristianismo e anglicanismo são algumas das que têm seguidores que adoptam a vida monástica.

Os monges católicos, que podem ser clérigos ou leigos, seguem uma regra de uma determinada ordem religiosa monástica e residem em mosteiros, enquanto que os frades e freiras residem em conventos. Os monges seguem uma vida de desapego aos bens materiais e de contemplação e serviço a Deus.

6.2:         Abade

A palavra abade, que provém do latin e significa pai e tem sido utilizada como título clerical, no Cristianismo, com diversas acepções (pároco, cura de almas, prelado de mosteiro ou congregação religiosa, monge, etc), ainda que se refira, na sua acepção original, à vida monástica e a quem governa uma abadia.

6.3:         Freira

Freira é a designação dada a uma mulher que renunciou a vida comum em sociedade e optou recolher-se em um convento ou mosteiro, passando a ter uma vida inteiramente dedicada aos serviços religiosos.

Geralmente as freiras desenvolvem obras de caridade, de educação a crianças e jovens, entre outros tipos de apostolado. As freiras, por norma, fazem parte de ordens ou congregações religiosas de características mendicantes.

6.4:         Frade

Frade é a designação dada a um católico consagrado que pertence a uma ordem religiosa mendicante e que vive normalmente num convento. Ele tanto pode ser um clérigo como um leigo.

O termo frade é proveniente da palavra latina frater, irmão, pelo qual se dirigiam uns aos outros. O título dado aos frades é frei, que deve ser usado somente anteposto ao prenome do frade e nunca como um substantivo independente (o correto é "o frade foi ordenado" e não "o frei foi ordenado").

6.5:         Cónego (ou Cônego)

Cónego é o presbítero que vive sob uma regra que o obriga a realizar as funções litúrgicas mais solenes na igreja catedral ou colegiada. O conjunto dos cônegos forma o Cabido, ou seja o colégio reunido sob uma mesma cabeça, um chefe ou superior.

Historicamente, a função do cabido de cónegos é a de assegurar o serviço religioso da catedral, colegiada ou igreja a que pertence. Tal serviço inclui não somente a celebração da Missa, mas também e principalmente a Liturgia das Horas.

6.6:         O Tau (franciscano), o cordão e os três nós

Em geral, o Tau pendurado no pescoço por um cordão com três nós. Esse cordão significa o elo que une a forma de nossa vida. O fio condutor do Evangelho. A síntese da Boa Nova são os três conselhos evangélicos=obediência, pobreza, pureza de coração. Obediência significa acolhida para escutar o valor maior. Quem abre os sentidos para perceber o maior e o melhor não tem medo de obedecer e mostra lealdade a um grande projeto. Pobreza não é categoria econômica de quem não tem, mas é valor de quem sabe colocar tudo em comum. Ser pobre, no sentido bíblico-franciscano, é a coragem da partilha. Ser puro de coração é ser transparente, casto, verdadeiro. É revelar o melhor de si. Os três nós significam que o obediente é fiel a seus princípios; o pobre vive na gratuidade da convivência; o casto cuida da beleza do seu coração e de seus afetos. Tudo isto está no Tau da existência!

6.7:         Institutos Seculares

Os Institutos Seculares são mais uma forma de vida consagrada, aprovados pela Igreja em 1947, através da Constituição Apostólica "Provida Mater Ecclesia", que tem como finalidade colaborar na transformação da própria realidade, os membros atuam no ambiente familiar, de estudo e trabalho, na educação, na cultura e nas artes, na política, nos meios de comunicação...

São grupos de pessoas, de ambos os sexos, que, conservando a sua identidade laical, procuram viver plenamente sua consagração batismal, professando os votos de pobreza, obediência e castidade.
A identidade dos Institutos Seculares se exprime em duas palavras: "secularidade - consagração", duas dimensões da mesma vocação.

Os membros fazem sua experiência de Deus e cumprem seu compromisso batismal no mundo secular. Querem estar no mundo com a atitude contemplativa que vê com os olhos de Deus, que ama com o amor de Deus e age por seu Espírito, totalmente entregues à grande meta: o Reino de Deus.

6.8:         Institutos Religiosos



6.9:         Novas Comunidades

As comunidades novas baseiam-se em novas inspirações adaptadas dos institutos de Vida Consagrada, tendo como grande diferencial a Vida Comunitária ser formada por Sacerdotes e leigos, homens e mulheres em uma mesma Comunidade devidamente dividida mais trabalhando junto em prol da Evangelização ou Promoção da Dignidade Humana.

É formada por leigos e padres engajados como um passo a mais em seus engajados projetos de evangelização diocesanos oriundos comumente da Renovação Carismática Católica. Devido a essa sua origem também são conhecidas por Comunidades Carismáticas.

6.9:         OS SETE DONS E SEU SIGNIFICADO

a) Saberia. Ela nos leva ao verdadeiro conhecimento de Deus e a buscar os reais valores da vida. O homem sábio e a mulher sábia é aquele(a) que pratica a justiça, tem um coração misericordioso, ama intensamente a vida, porque a vida vem de Deus.

b) Inteligência. Este dom nos leva a entender e a compreender as verdades da salvação, reveladas na Sagrada Escritura e nos ensinamentos da Igreja.
Ex. Deus é Pai de todos; em Jesus, Filho de Deus, somos irmãos ...

c) Ciência. A capacidade de descobrir, inventar, recriar formas, maneiras para salvar o ser humano e a natureza. Suscita atitudes de participação, de luta e de ousadia, frente a cultura da morte.

d) Conselho. É o dom de orientar e ajudar a quem precisa. Ele permite dialogar fraternalmente, em família e comunidade, acolhendo o diferente que vive em nosso meio. Este dom capacita a animar os desanimados, a fazer sorrir os que sofrem, a unir os separados ...

e) Fortaleza. É o dom de tornar as pessoas fortes, corajosas para enfrentar as dificuldades da fé e da vida. Ajuda aos jovens a ter esperança no futuro, aos pais assumirem com alegria seus deveres, às lideranças a perseverarem na conquista de uma sociedade mais fraterna.

f) Piedade. É o dom da intimidade e da mística. Coloca-nos numa atitude de filhos buscando um dialogo profundo e íntimo com Deus. Acende o fogo do amor: amor a Deus e amor aos irmãos.

g) Temor de Deus. Este dom nos dá a consciência de quanto Deus nos ama. "Ele nos amou antes de tudo". Por isso, precisamos corresponder a este amor.
 

7.0         Resumo


Ø       Ordem é uma comunidade religiosa com votos solenes.
Ø       Congregação é uma comunidade religiosa com votos simples, temporários ou perpétuos.
Ø       Congregação monástica é a união de mosteiros independentes sob o mesmo Superior.
Ø       Instituto religioso isento é uma comunidade religiosa independente do Ordinário do lugar.
Ø       Comunidade clerical é uma comunidade religiosa em que a maioria dos seus membros são sacerdotes.
Ø       Instituto leigo é uma comunidade religiosa em que os seus membros não são sacerdotes.
Ø       Chamam-se Religiosos todos os membros de um Instituto Religioso que, por isso se chama Regular em oposição a Secular.

8.0         FONTES

 Wikpédia
Mons. Inácio José Schuster - Vigário Geral e Judicial da Diocese de NH 
Frei Bento
Dom Cláudio Cardeal Hummes - Arcebispo de São Paulo
Acessoria Vocacional Comunidade Shalom
Bruno Souza Nogueira – Comunidade Eterna Misericórdia
http://www.franciscanos.org.br/v3/carisma/simbolos/tau.php

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