De umas décadas para cá, vem se perdendo a noção de que a missa é feita para exaltar e agradar a Deus,
e não aos homens. Fazem missa para celebrar a negritude, a cultura
gauchesca, a vida sertaneja, o amor ao time de futebol… E Jesus, que
pediu “Fazei isto em memória de mim”, vai ficando pra escanteio.
A partir do Concílio Vaticano II, a Igreja entendeu que seria benéfico admitir a diversidade na forma de celebrar a liturgia, abraçando o princípio da inculturação do Evangelho, como explica o Padre Paulo Ricardo:
