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25 de jan. de 2012

Twitaço católico

"vivas tanto ou mais que Pedro..."

Nesta última quinta feira, das 18,00 às 19,00 horas, milhares de católicos uniram-se em uma manifestação pacífica e civilizada, através de um "twitaço", exigindo a retratação de um deputado, por sinal, eleito com votos de sobra, recebidos de seu partido.

Em infeliz declaração, o deputado, desrespeitosamente, referiu-se ao Santo Padre, o Papa Bento XVI acusando-o de ligações com o nazismo, entre outras pérolas.

É importante salientar o direito que nós, católicos, cidadãos deste país, temos de demonstrar democraticamente, nossas opiniões. É interessante ver que, quando os católicos usam deste direito, há gente que se enerva e, imediatamente, passa à agressão verbal. Ao "twitaço", o deputado respondeu dizendo que os católicos "são medíocres"... Já seu partido, chama-nos de "canalhas". 

18 de jan. de 2012

Combata ou BBBye, BBBye


16 de janeiro de 2012
Por Robson Oliveira
 
Lutar contra o reality show da Globo é profilático: quem não combate o BBB agora, inexoravelmente terá de combater um ex-BBB no Congresso ou na Universidade

Na semana passada começou mais uma temporada do programa que envergonha a televisão brasileira. Conversando com amigos, percebe-se que alguns cristãos católicos torcem o nariz e fazem cara de poucos amigos quando o assunto é televisão. Mais ainda se o tema é o Big Brother Brasil (BBB), certamente um dos piores programas televisivos das últimas décadas (que não tem, nem terá minha audiência). Argumentam meus irmãos de infantaria que o importante é combater a prática do aborto, crime hediondo e pecado abominável; afirmam que a urgente batalha se trava nas universidades ou no Congresso Nacional. Não posso discordar, pois as universidades e o Congresso são os lugares ordinários onde se formam os conteúdos que chegam à maioria do povo brasileiro. Esses lugares, no entanto, são razoavelmente democráticos. Isto é, ainda que com muita dificuldade, é possível divulgar um pensamento de matiz diferente do status quo no Congresso Nacional (vejam o caso do deputado Jair Bolsonaro, por exemplo). A universidade ainda permite o discurso contraditório, mesmo que empresas bilionárias mobilizem políticos e pesquisadores inescrupulosos para fazer vencer um discurso ideológico (vejam o caso da Mayanna Zatz e as células-tronco adultas).