Os 82% ou 71% do povo
brasileiro contra a liberação do aborto precisam saber toda a VERDADE e
merecem respeito. Os Parlamentos brasileiros NÃO PODEM MAIS SE OMITIR!
Não dá mais para esconder os financiamentos internacionais e interesses
assassinos e escusos por trás da campanha a favor do aborto. Precisamos
de “comissões da verdade” para DAR VIDA às pessoas e NÃO MORTE. O
Senado e a Câmara Federal podem criar CPIs. As Assembleias Legislativas
estaduais e as Câmaras Municipais também podem criar CPIs para
investigar entidades abortistas sediadas em seus estados e municípios.
de
Mons. Giampaolo Crepaldi
ROMA, sábado, 12 de novembro, 2011 (ZENIT.org) - Gostaria de chamar a atenção sobre um aspecto muito importante do conhecimento e da utilização da Doutrina Social da Igreja e sobre o envolvimento social e político dos católicos. Refiro-me à falta de consciência da dimensão social dos princípios da doutrina cristã. Eu acho que muitos católicos seriamente engajados na sua comunidade sejam certamente capazes de dizer por que a Doutrina Social da Igreja considere mais importante a pessoa do funcionário do que o produto do trabalho, mas talvez não sejam tão capazes de dizer por que o dogma da Trindade seja de fundamental importância também para a construção da cidade terrena, bem como da celestial.
O nosso observatório já falou sobre estas questões, que consideramos fundamentais. Por exemplo, no passado nós escrevemos sobre a importância dos documentos da Congregação para a Doutrina da Fé, a fim de um uso correto da Doutrina Social da Igreja. Eu mesmo falei com uma nota publicada seja no nosso site que está no "Boletim da Doutrina Social da Igreja", sobre "A doutrina social da Igreja no contexto da Doutrina Cristã". Dentro dos Relatórios Anuais sobre a Doutrina Social da Igreja no Mundo, publicados pelo nosso Observatório, a análise do Magistério de Bento XVI centra-se sempre sobre estas questões doutrinárias, considerando-as fundamentais para definir corretamente a questão social. Seria uma grave amputação da Doutrina Social da Igreja esquecer esses fundamentos dogmáticos e projetar-se diretamente nas assim chamadas "coisas para fazer". No entanto, talvez, justamente é isso que ocorre, mesmo em escolas e sessões de formação na Doutrina Social da Igreja.