O brado Volta a Bordo soa aos cristãos como um doce convite: Volta à Cruz!
O trágico naufrágio do transatlântico Costa Concordia, navio italiano que adernou às margens de uma ilha na região da Toscana, é um triste arquétipo do homem contemporâneo, cheio de honras, pompas e títulos. Este mesmo homem, que gosta dos benefícios e honrarias de sua posição, foge covardemente de suas responsabilidades, esconde-se como uma criança diante dos seus deveres, muitas vezes colocando em risco de morte milhares de pessoas. O Comandante Francesco Schettino, que abandonou seus tripulantes e passageiros ignorando suas responsabilidades, ouviu do comandante Gregorio Maria De Falco a ordem que devia ressoar nos ouvidos dos homens públicos e, principalmente, dos cristãos: Volta a Bordo!