31 de dez. de 2011

PURGATÓRIO NA HISTÓRIA DA IGREJA

O Purgatório é uma das doutrinas que mais tem sido rejeitada pelos protestantes. Frequentemente ouvimos fundamentalistas afirmarem, sem o mínimo rigor histórico, que trata-se de uma invenção de São Gregório Magno em plena Idade Média. Entre alguns exemplos que extraímos de diversos artigos da Internet encontra-se o do conhecido protestante anticatólico Dave Hunt:

"No Catolicismo, a 'purificação' ocorre em um lugar chamado 'purgatório', inventado pelo Papa Gregório o Grande no ano 593 d.C."[1].

Um comentário bastante semelhante é feito por Daniel Sapia, que cita o anterior em detalhes:

"A idéia do Purgatório - um lugar fictício de purificação final - foi inventada pelo Papa Gregório o Grande no ano 593. Havia tal rejeição para se aceitar a idéia - visto que era contrária à Escritura - que o Purgatório não se tornou um dogma oficial durante quase 850 anos, quando o Concílio de Florença, em 1439, o definiu"[2].

Seria verdade que o Purgatório é uma invenção de São Gregório Magno, na Idade Média, como afirma Hunt e repete Sapia? Seria verdade que houve tal rejeição para se aceitar a doutrina do Purgatório que não se tornou um dogma de fé até o Concílio de Florença?

Pensamento (25)

“Sabe viver bem quem sabe rezar bem.” 
Santo Afonso Maria de Ligório

30 de dez. de 2011

O Perigo do sincretismo religioso


Chuta que é macumba, Povo Católicoooo!

Hoje vamos falar sobre a famosa fitinha de Nosso Senhor do Bonfim. De onde ela vem e qual é o limite entre a devoção e a macumba?

Antes de tudo, senta que lá vem a história…

A fitinha nasceu bem no início do século XIX e também era conhecida como “medida do Bonfim”, por ser do tamanho do braço direito da imagem de Nosso Senhor do Bonfim (não me pergunte porque os dois braços não são do mesmo tamanho). Nessa época a pulserinha ainda era católica! Era utilizada como ex-voto. As pessoas que conseguiam alguma graça usavam a fitinha no pescoço, como se fosse um colar, e penduravam nela pingentes que lembrassem a graça alcançada, como fotos da família ou pequenas imagens de metal representando partes do corpo curadas.

Pensamento (24)

“Ora et Labora!”
Reza e trabalha!
São Bento

29 de dez. de 2011

O católico e as Bíblias protestantes

São várias as traduções de Bíblia disponíveis para nós hoje em dia. Segundo comunicado da União das Sociedades Bíblicas, divulgado pela Rádio Vaticano, são 451 línguas para as quais a Bíblia foi traduzida integralmente, enquanto aquelas para as quais foi traduzida em parte são 2.479. Isso confirma a Sagrada Escritura como o livro mais traduzido no mundo e assim 95% da população mundial têm hoje condições de a ler em uma língua conhecida.
 
No Brasil, por exemplo, são muitas as traduções da Bíblia que temos à disposição. Eu mesmo possuo várias delas como: a Bíblia Jerusalém, TEB, Peregrino, Ave Maria e CNBB. E além dessas, existem outras muito boas também.
Citei algumas das traduções católicas, mas quero chamar a atenção para as de orientação protestante, que são das mais variadas denominações. Quem nunca ganhou uma Bíblia ou um Novo Testamento de orientação protestante? É comum encontrar católicos que ganham esse material de presente e acabam por fazer uso dele. Essa observação é importante porque muitos católicos acabam fazendo uso delas [Bíblias protestantes], inclusive sem saber, ou sem a informação do porquê devem fazer uso de uma Bíblia Católica. Nesse momento você pode se perguntar: e qual problema em usar uma Bíblia protestante se tudo é Bíblia?